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Itabira, a região, Minas Gerais e o Brasil perderam, em 25 de fevereiro de 2021,  a ferrense-itabirana Maria das Graças Lage Lacerda, conhecida como Dadá Lacerda. Ferrense, porque nasceu em Ferros (MG); itabirana, por ter vivido a maior parte de sua vida na terra de Drummond.

Dadá foi diretora do Museu de Itabira (1997-2000). Também tornou-se, por vocação e estudos, guia de turismo, muito dedicada ao O Museu de Território Caminhos Drummondianos.

Tentamos traduzir em três tempos o que ela representou para NS cultural:

Primeiro tempo — Foram mantidos intensos contatos culturais, parcerias, trocas de conhecimentos com a editoria de nosso tempo. Como exemplo, foi possível, graças a ela, a publicação, em 2003, da edição especial sobre Centenário de Drummond. Sem a sua participação o êxito do empreendimento não seria possível.

Segundo tempo — Registrada numa viagem inesquecível à Terra Santa, em 2012 momentos vividos com religiosidade e cultura. Oitenta itabiranos assistiram, ao vivo e a cores, em plena missa, celebrada numa barca que viajou pelo Mar da Galileia, depoimento emocionante dela, inesquecível e público sobre sua fé cristã.

Terceiro tempo — Ela se rebatizou, vivendo o feito de São João com Cristo, e saiu do rio emocionada, em prantos, olhar fixo para cima, em agradecimento a Deus pelas graças alcançadas, as quais ela sintetizava assim: poder servir Itabira com seu conhecimento e sua cultura.

Dadá Lacerda

Dadá Lacerda

Foto: José Sana

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Marlon S. Ferreira
Marlon S. Ferreira
1 mês atrás

Parabéns pelo brilhantismo dessa edição eletrônica. Jose Sana, sem dúvida, é gente que faz!

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