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Boa noite - Itabira, domingo, 05 de julho de 2020   NOTÍCIA SECA CONTATO

CULTURA  
ESTE MUNDO E O OUTRO MUNDO
Por que querem sempre degolar o inocente? 01/04/2020

 

Vendo várias vezes pela TV,, assistindo teatro, lendo livros, folhetos e jornais ou revistas contemplo a situação de Jesus Cristo no contexto de sua Paixão e Morte. O que fez Ele? Matou? Roubou? Era acusado por mentes vazias e enganadoras, além de egoístas. Os argumentos não convenceram Pilatos, que lavou as mãos e  devolveu a solução para Herodes.

 

Nem Herodes quis decretar a morte do Rei dos Reis. Mas os chamados “doutores da lei” não se contentavam em perder o poder e gritavam palavras de ordem contra Jesus: “Crucifiquem-no! Crucifiquem-no! Crucifiquem-no!”

 

Herodes precisava ficar livre de um pepino. Trouxe o ladrão chamado Barrabás e o colocou frente a frente com Jesus. Que humilhação: o maior personagem da história do mundo diante de um simples e quem sabe até forçado amigo das coisas alheias! Disse ao povo que um deles precisava ser crucificado. Não consigo entender isso. Será que havia superlotação na cadeia? Os doutores da lei escolherem o inocente e Barrabás, o ladrão, que oi  libertado.

 

Jamais faria uma comparação desta: eximo-me de usar o nome de Jesus Cristo, o Salvador, comparando-o com Bolsonaro, o presidente. Mas não consigo desviar minha mente e meu olhar do filme, de  livros e das peças de teatro que assisti sempre em cada cenário armado nas semanas santas. Apenas faço a metáfora do fato bíblico com o fato atual.

 

Sou eleitor para presidente da República desde a época do fatídico Collor de Mello. Nunca consegui enxergar um presidente tão sincero, franco, organizado (sua equipe é, inequivocamente, a melhor dos últimos anos). E também não tinha visto, até então, a figura de Barrabás tão parecida com a do senhor Luiz Inácio Lula da Silva, até fisicamente. Ladrão era somente Barrabás. Lula, não!

 

Não me aventuro em julgar, mas em ver, sentir e  apalpar a verdade. E vejo que a história se repete, ressalvando de novo para não virem me acusar de herege. Nem um é Cristo nem outro é Barrabás. O segundo  já foi solto, mesmo contrariando a lei que funcionava normalmente desde muito tempo.

 

O Barrabás atual já foi solto, repito para reforçar minha narrativa. E protelam a decisão final do Congresso em votar a lei da segunda instância por covardia e, principalmente, porque a maioria de nossos senadores e deputados têm contas a saldar com a Justiça, não querem pagar e, portanto, sentem-se forçados em beneficiar o lado para aonde segue a lama.

 

Paralelamente, pensam em levar à cruz o presidente da República. Por quê? Exatamente pelo fato de sustentar as suas promessas de campanha: lutar contra a corrupção, deter a bandidagem, fazer o país progredir e tirar da boca dos mal-acostumados a teta nacional pública. E, principalmente, livrar-nos do comunismo que quer tomar conta do globo terrestre.

 

Você, que leu este texto, não precisa passar para a frente. Se quiser discutir os seus pormenores, procure-me. Se for um esquerdopata que defende a desgraça brasileira, rasgue-o e me xingue com todas os palavrões que têm registrados no seu dicionário ou bibliografia particular.

 

Só deixem em paz minha mãe e todos os meus parentes, vivos e mortos.

 

José Sana

Em 01/04/2020

 


 

 

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