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Liguei o celular e, intempestivamente, deixei “o pau quebrar”. Sim, o pau estava quebrando, era gravação, mas estava quente, pelando e rachando. Defrontavam-se oralmente, diante de uma multidão de interessados a presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Itabira (Sintsepmi), a psicóloga Graziele Vieira Cachapuz Machado e o prefeito Marco Antônio Lage. O tema era relativo ao ajuste salarial anual do funcionalismo do município itabirano.

 

QUE ENROLO É ESSE?

 

Um declarado “marquista” mandou-me a seguinte mensagem via  WhatsApp: “Como diz Chico Buarque,  a coisa aqui tá p…  muita pirueta pra salvar o ganha pão !!!”

 

A razão do enrolo era simplesmente simples (será que não era?). Pode ser assim sintetizado, segundo opiniões dos presentes: “O governante alega que não  houve agressão a servidores na inauguração da UBS do Campestre. E quer retratação da presidente do Sindicato”.

 

Ou seja, que a presidente, “tipo assim: ajoelhe em seus pés e peça perdão” – alguém me ligou e contou isso, que deve ter uma dose de exagero. No entanto, narcisista ele é com todas as letras. E todos sabem.

 

BATE-BOCA OU FALTA DE EDUCAÇÃO?

Veja aqui o vídeo da confusão

“O prefeito estava ‘brabim’, disse meu amigo e prestador de serviços públicos gratuitos municipais, F,C.S. e completou M.A.T: “Ele não gosta de ser contestado. Quem pode meter a cara é a R/Q/(mais dois eles)”.

Agora digo eu, contestando meu amigo M,M.P. e até a mim mesmo cinco anos passados: “Nosso ‘descelentíssimo’ senhor prefeito é o maior descontrolado e sem-educação do primeiro do terceiro andar do Paço Municipal Juscelino Kubitschek de Oliveira” (quem diz sou eu, coloco aspas para ficar solene).

 

Marco não deixa o interlocutor falar, já ocorreu comigo e com outras pessoas. Principalmente quando se trata de mostrar que sabe alguma coisa. Ele tem o dom de falar “em cima” de quem está falando. É daquele tipo que diz de si para si: “Se a culpa é minha eu ponho em quem eu quiser.”

“Chamar alguém de sem-educação pra mim é favor”, ensinava  minha primeira professora, que reporto a ela e agradeço pela ajuda. É tão bom ser humilde, mas ele, coitado, conhece o adjetivo quando se refere a si próprio.

 

Espero que daqui para a frente reine a paz, o amor, a compreensão, virtudes que Marco Antônio Lage deveria incorporar aos seus hábitos. Infelizmente, para fazê-lo mudar é só a a “primadama” ou a memória do Papa Francisco.

 

Quanto a Graziele, continue com a verdade que você vencerá, pois tem o dever de defender representante de uma classe digna e que sustenta a cidade.

 

José Sana

01/04/2926

Foto: Diário de Itabira

 

NS
José Sana, jornalista, historiador, graduado em Letras, nasceu em São Sebastião do Rio Preto, reside em Itabira desde 1966.

    A VALE  DANÇA  O  CHA-CHA-CHÁ

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