Vamos lá, na última passagem desse aprendiz de Advogado elencamos algumas razões para se ter otimismo, injetando mais ânimo no povo.
Pois bem, em conversas com alguns clientes percebi certa insegurança. Andam meio perdidos e desmotivados diante do atual cenário econômico, em razão da crise sanitária.. Esta, notadamente experimentada mundo afora, aqui inclusive.
É natural que em determinado momento da vida o empreendedor se depare com uma sensação de insatisfação com o negócio (ainda que vá bem). Momento em que surgem aqueles vídeos de internet com os famosos especialistas, entendidos em tudo que é tipo de assunto. Aqui os classificaremos como os “engenheiros de obra pronta”.
Como dito, esses profissionais do assunto entendem de tudo, desde os movimentos e fluxos do seu caixa, passando pelo estoque inteligente e atendimento até o aviamento do comércio.
Não raramente nos deparamos com empresários de longa data, verdadeiros doutores no seu ofício se vendo em “xeque mate”, por essa nova geração de “experts” propondo mudar aquilo que já funciona com excelência.
Importante frisar que não pretendemos desmerecer aqueles que, eivados de muita dedicação, passaram longos anos nas cadeiras de universidades se preparando, afinal fizeram por merecer. Ocorre que em tempos de mídia digital, muitos são aqueles que armados de coragem e sem nenhum preparo, oferecem os famosos treinamentos “on-line”, cursos e demais insufladores de ego, que nem sempre atendem a real necessidade dos inseguros de plantão.
Sendo mais específico deixem esse aprendiz de advogado fazer um paralelo buscando arrimo nas leituras canônicas das memoráveis missas de domingo: “Naquele Tempo…”.
Pois é, naquele tempo não tinha segredo. Você abria o estabelecimento e fazia o que tinha de ser feito, o resto era bom atendimento, propaganda e fazer o bom uso da máxima, como todo bom empresário, qual seja, “O cliente sempre tem a razão”.
Então meus caros leitores do Noticia Seca, é o cliente quem irá lhe conduzir no mercado. Se o negócio vai bem não há espaço para insegurança a ponto de seguir modinha de internet. Você, empreendedor, é seu maior Ativo, não importa crise que enfrente, seja ela dos combustíveis, pandemia, política… Enfim, se você chegou até onde está com suas próprias pernas, basta voltar às origens seguindo a cartilha do cliente, este sim é quem dirá a você a boa dica para o sucesso no seu negócio.
Ora, se quiser algo, ou se preparar, o que não faltam são entidades profissionalizantes que podem ser indicadas pela própria associação comercial de ou lojistas, da qual seja filiado. Sebrae é uma delas (nem ganhei cachê).
Então grave bem isso: ninguém melhor do que você para entender do seu negócio, basta buscar as instituições sólidas, o país está mudando e só não vê quem não quer.
Outra sugestão é parar de reclamar de coisas que estão além de suas forças, só induz ao comodismo. Faz lembrar uma de minhas idas ao Fórum, onde encontrei um conhecido empresário se dizendo desanimado, precisando de um curso de motivação. Naturalmente indaguei o motivo, e para minha decepção o mesmo dizia que precisava tomar uma segunda dose da “vacina” (não entendi a resposta)
Não resisti, perguntei a ele se o negócio dele dependeria da chegada das vacinas, respondeu que não, pois, tinha contratos com a mineradora e que só estava preocupado com a vacina (Como assim?).
Veja a situação do nobre cliente, preocupado com vacinas (escassas no mundo), algo além de suas forças. Buscando arrimo nas ciências criminais, não haveria pleonasmo algum ao afirmar que o comportamento do mesmo, a grosso modo, se tornou uma vítima natural (cuidado).
Diante do diagnóstico chega a hora de investir em si, seja numa viagem, seja aquisição de um bem (casa, sítio, chácara, carro etc). Há momentos em que tirar o pé do acelerador para se tomar uma decisão é o melhor a fazer, afinal a vida só dá uma safra.
Por fim despedimos com a boa notícia de que desde há muito tempo por aqui só se fala em crise, e sinceramente, iremos ouvir isso para o resto de nossas vidas. Portanto, invista no seu maior Ativo, VOCÊ S/A.
Pense nisso, até a próxima!