O Planeta Terra caminha na contramão, confirmam centenas de astronautas da National Aeronautics and Space Administration (Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço/Nasa) que vivem no espaço sideral há um longo tempo de trabalho e observação. Centenas de milhares de seres humanos, profissionais, cientistas, filósofos, jornalistas, ambientalistas já sabiam e sabem de detalhes os mais chocantes faz tempos. Mas tudo continua na mesma.

Astronauta Ron Garan: viveu 178 dias em torno do Planeta Terra
Um dos últimos a trazer informações as mais concisas de convivência com o exterior do Planeta Terra foi e é Ronald John Garan Jr, nascido em Syracyse (NY), em 30 de outubro de 1961 (65 anos), engenheiro, astronauta aposentado da Nasa, piloto de combate, condecorado da Força Aérea dos Estados Unidos da América, autor de um livro sobre sua aventura trabalhosa e empreendedor social, casado, três filhos.
ESSE É O “CARA”
Antes mesmo de qualquer discussão, o leitor pode perguntar: por que o ser humano parece um animal irracional desde a Antiguidade? A resposta, embora chocante, virá à tona. Amplamente reconhecido por sua experiência de ter vivido 178 dias no espaço e de promover uma nova perspectiva sobre a interconexão da humanidade com o planeta Terra, conceito conhecido como Overview Effect (Efeito da Visão Geral), quer dizer que ele lançou uma nova esperança sintetizada na seguinte mensagem determinada e explícita escolha: “Chegou a hora da verdade!”
A missão de Ron Garan foi iniciada em 4 de abril de 2011 e concluída em 15 de setembro de 2011. Dela fizeram parte os seguintes engenheiros espaciais: Andrey Borison (Rússia), Aleksandr Samokutaev (Rússia), Sergey Volkov (Rússia), Mike Fossun (EUA), /Satoshi Furukawa (Japão) e Catherine “Cady” Coleman (EUA).
Isto é muito repetido no mundo todo: “A ideia de que o ser humano só se aproximará da verdade ao ‘olhar o mundo de fora para dentro’ é um tema recorrente na filosofia, história da ciência e estudos sobre a consciência, sugerindo que a objetividade exige desapegar-se de perspectivas puramente subjetivas, antropocêntricas ou sensoriais. Essa abordagem implica “sair” da própria bolha perceptiva para entender a realidade como ela é, e não apenas como a experimentamos. Ideia que está nos propósitos de um astronauta decidido e que fala com o mundo.

A Terra é azul: isso o ser humano já sabe desde Yuri Gagarin
LIVRE-ARBÍTRIO, O INCONTESTÁVEL
No contexto eis o resultado das ações humanas: nada. Sabemos, dizemos, propagamos, publicamos, repetimos, alertamos, insistimos, mas providências tomadas para corrigir equívocos inexistem. Em tudo o que vale é o dinheiro e vamos na direção do caos. E tem mais: o egoísmo humano é o centralizador e está patente que a permissão divina estabelecida no início do mundo teve a super inteligência de fundar no âmago da criatura habitante do planeta a decisiva palavra mais significativa que se podia imaginar: livre-arbítrio.
De quem é a culpa? Da serpente? Da mulher? Do homem? Não nos aventuramos em penetrar nesse trio simbólico. Contudo, esse tal de assumir a culpa dos próprios erros por meio de um marketing exibicionista, fez o casal, ou nós, “darmos com os burros n’ água”, segundo o adágio popular.
Cada país, cada língua, cada estampa cada vez mais interesseira e disposta a não abrir mão dos chamados “direitos”, provocaram a aplicação de quero mais, mais, mais, mais. Criaram a noção de disputa, poucos prestam a atenção, desde o nascimento o bebezinho é comparado com outro da família, o vizinho, o colega, nasce o orgulho que se expande e avança enquanto pode. Repetindo, a macro inteligência pode ser chamada de livre-arbítrio, em cujo sentido está o nosso julgamento, é o próprio Juízo Final: um por um avalia a si próprio sem o direito de reclamar injustiça. Pense nisso.
FIZEMOS ALGO, SIM: BLÁ-BLÁ-BLÁ
Vamos, então, a um resumo bem curto, só para não dizer que abordamos o tema flores. Vejam só uma rápida tomada de iniciativas que praticamos:
COP28 – Dubai, Emirados Árabes Unidos (dezembro de 2023): Ficou marcada pela promessa de “transição para longe dos combustíveis fósseis” nos sistemas energéticos, com o objetivo de triplicar a capacidade de energia renovável até 2030.
COP29 – Baku, Azerbaijão (novembro de 2024): Focada no financiamento climático, resultou no compromisso de aumentar o financiamento para países em desenvolvimento, visando triplicar o montante para 300 bilhões de dólares anuais até 2035.
A COP30 no Brasil é vista como uma oportunidade para consolidar as promessas feitas nas COPs anteriores, especialmente na COP28, e garantir recursos para a preservação ambiental.
Não faltaram páginas, de jornais, revistas, livros para descrever a série de movimentações que giraram em torno de conversas sobre o tema. Isso apenas falando em meio ambiente, deixando de lado outros temas, principalmente saúde.
NÚMEROS E REGISTROS
De 500 a 600 expedições de cerca de 40 países estiveram em missões objetivas no na baixa atmosfera. Há registro, como a histórica viagem de Yuri Gagarin em 12 de abril de 1961, o primeiro ser humano que orbitou a Terra, A grande maioria das missões espaciais humanas permaneceu na Baixa Órbita Terrestre (LEO – Low Earth Orbit), onde fica a Estação Espacial Internacional (ISS).
Segundo informações da Nasa, “o homem foi à Lua em seis missões diferentes do programa Apollo, entre 1969 e 1972, com 12 astronautas caminhando na superfície lunar, sendo Neil Armstrong o primeiro em julho de 1969 e Eugene Cernan o último em dezembro de 1972, com a Apollo 17. Contudo, não há resultados, em todas as expedições de alguma conclusão objetiva dessas iniciativas.
Nenhum ser humano viajou além da órbita baixa da Terra desde a missão Apollo 17. Mas, parece certo, a Nasa deve retomar essas viagens com o programa Artemis II planejado para este próximo 6 de fevereiro de 2026.
COM A PALAVRA ASTRONAUTAS ESPECIAIS
Agora, vamos a um esforço mais que sobre-humano, pelo menos para esta reportagem: informações e conclusões transmitidas por astronautas que tiveram a experiência no espaço sideral, E chegamos a uma questão interessantíssima, as opiniões de astronautas que também tiveram experiência a partir d’a ISS.
* Yuri Gagarin (o primeiro a visitar o espaço, em 12 de abril de 1961): “A Terra é azul. Como é maravilhosa! Ela é incrível!”
* Michael Collins: “A Terra é brilhante, bonita, um lar, frágil.”
* Alan Shepard: “Ao olhar a Terra, a partir da Lua, me fez chorar.”
* Gene Berman: “Foi bonito demais para acontecer por acidente”
*Scoot Carpenter: “A Terra é o nosso único lar, é tudo o que temos”.
* William Anders: “Viemos para explorar a Lua, mas o mais importante foi descobrir a Terra.”
* Catherine “Cady” Coleman, ”Como uma jornada que combinou ciência rigorosa, operação robótica de alta precisão e momentos únicos de conexão humana e artística — essa a expedição que transformou… e muito”.
“THE ORBITAL PERSPECTIVE”
Esse é o título do livro de Ronald John Garan Jr, que está se tornando best-seller quatro anos para ser montado e muito depois de ter sido lançado. Ele revela a verdadeira preguiça humana daquele que deveria ser uma verdadeira bíblia. E por falar em bíblia, Garan tornou-se muito mais religioso que antes, de pé no Cristianismo. Agora, vamos transferir as impressões para o autor também da expressão que mostra o real sentimento humano ao observar o inimaginável transcurso da experiência no espaço sideral. Com a palavra Ron Garan:
* No Planeta Terra se fala tanto em mentira, ilusão, invenção. Somos a grande enganação de todo o Universo”.
* Experimentamos o que se chama “Overview Offec” (Efeito de Visão Geral).
* De 2.800 voltas ao redor da Terra . de percorrer 171 milhões de quilômetro ou 178 dias e noites, pode-se ver e sentir que o planeta é um pontinho minúsculo, azulado, aparentemente sem a mínima importância”.
* “O ser humano precisa, urgentemente, parar de pensar em economia-sociedade planeta para pensar em planeta, sociedade, economia”.
* “Não há separações entre os seres humanos, nem sobre o espaço planetário. Todos são iguais, não há fronteiras”.
* “O que vemos imediatamente ao chegarmos ao espaço é a beleza da natureza e o impacto negativo da humanidade, como a poluição de grandes cidades, incêndios florestais, além do desmatamento. A experiência transforma o ser em defensor da natureza. Sem ela perdemos o lugar de viver”.
* “Nunca haverá paz no Planeta Terra enquanto não reconhecermos o fato fundamental da estrutura interrelacionada de toda a realidade”.
José Sana
Fotos: Redes Sociais
Fontes: Internet (Nasa)
NOTAS DA REDAÇÃO
— A Escola Estadual Professor José Madureira, de Santo Antônio do Rio Abaixo (MG), promoveu, paralelamente ao evento de Belém (PA), COP 30, o “IV Concurso de Redação intitulado Sustentabilidade no Século XXI: Nossas Ações Importam”, a partir da segunda-feira, 10 de novembro de 2025 à sexta-feira, 21 de novembro de 2025. De parabéns a Diretoria, Professores, Serventes e Alunos da Escolas, que deram uma arrancada exemplar, talvez mais significativa que o que vem se realizando em várias cidades do mundo. A informação é séria e digna de registro nas instituições brasileiras.
— Ofereço essas informações pesquisadas durante vários dias e que podem gerar uma viagem à Nasa, ao meu amigo especial, ex-vice-prefeito de Belo Horizonte, ex-vereador, ex-deputado, escritor e poeta Roberto Carvalho.
— “É fácil amar a humanidade. Difícil é amar o próximo” (Nelson Rodrigues).












